
Acampamento Intercontinental da Juventude
Em artigo, o estudante de Psicologia da UFF, Kiko Netto, apresenta o histórico do Acampamento Intercontinental da Juventude e ressalta a importância da construção de um espaço como esse, que abriga uma nova geração política, reconfigurando e reinventando as resistências. "A construção de espaços de ruptura por meio de processos de resistência, a formação de conexões sociais e comunidades podem ser entendidas como uma produção de "laboratórios de resistência", a reinvenção da possibilidade de o comum prevalecer sobre o privado", defende. E esse movimento dos movimentos, segundo ele, tem a força de um movimento de resistência global, sem estruturas rígidas e verticalizadas, que busca a construção cotidiana e incessante de microrrevoluções.
Leia o artigo Uma nova geração política reafirma-se no Acampamento Intercontinental da Juventude, do estudante de Psicologia da UFF e participante da organização do Acampamento Intercontinental da Juventude do FSM de 2002 e 2005, Kiko Netto.
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