Acampamento Intercontinental da Juventude

Em artigo, o estudante de Psicologia da UFF, Kiko Netto, apresenta o histórico do Acampamento Intercontinental da Juventude e ressalta a importância da construção de um espaço como esse, que abriga uma nova geração política, reconfigurando e reinventando as resistências. "A construção de espaços de ruptura por meio de processos de resistência, a formação de conexões sociais e comunidades podem ser entendidas como uma produção de "laboratórios de resistência", a reinvenção da possibilidade de o comum prevalecer sobre o privado", defende. E esse movimento dos movimentos, segundo ele, tem a força de um movimento de resistência global, sem estruturas rígidas e verticalizadas, que busca a construção cotidiana e incessante de microrrevoluções.

Leia o artigo Uma nova geração política reafirma-se no Acampamento Intercontinental da Juventude, do estudante de Psicologia da UFF e participante da organização do Acampamento Intercontinental da Juventude do FSM de 2002 e 2005, Kiko Netto.

Nesta edição:
  Movimento estudantil marca a era dos extremos
  Sumário
  Diversidade de perfis caracteriza as juventudes brasileiras
  Juventude que canta, dança e representa
  Juventude e participação no Brasil – interdições e possibilidades
  Acampamento Intercontinental da Juventude
  Mitos e verdades em torno da participação juvenil
  Acesso, identidade e pertencimento: relações entre juventude e cultura
  Preocupações e polêmicas marcam o direito ao trabalho
  Por uma política de direitos na educação
  Entrevista: Carol Oliveira
  O jovem e o mar
  Qual Brasil a juventude quer?