Aos 22 anos, a dançarina e professora de pré-escola nasceu na comunidade Parque João Paulo II, do Complexo do Andaraí, na Grande Tijuca, Zona Norte carioca. Carol não é muito afeita a conversas sobre política, mas tem vontade de participar de iniciativas cidadãs que possam ajudar a mudar a vida de sua família, da sua comunidade e, quem sabe, do Brasil. Tanto assim que, aos 19 anos, integrava o Geração (coletivo jovem formado pela Agenda Social Rio, projeto do Ibase com atuação nas comunidades da Grande Tijuca). Nesta entrevista ela fala de questões que marcam a trajetória de milhares de outros(as) jovens brasileiros(as), como sexualidade, participação social e política, trabalho, estudo e cultura.

Leia, na íntegra, a entrevista com Carol Oliveira.

Nesta edição:
  Movimento estudantil marca a era dos extremos
  Sumário
  Diversidade de perfis caracteriza as juventudes brasileiras
  Juventude que canta, dança e representa
  Juventude e participação no Brasil – interdições e possibilidades
  Acampamento Intercontinental da Juventude
  Mitos e verdades em torno da participação juvenil
  Acesso, identidade e pertencimento: relações entre juventude e cultura
  Preocupações e polêmicas marcam o direito ao trabalho
  Por uma política de direitos na educação
  Entrevista: Carol Oliveira
  O jovem e o mar
  Qual Brasil a juventude quer?