Movimento estudantil marca a era dos extremos


    
Em nenhuma outra década do século 20 a juventude mostrou tanta força como na de 1960. Em nenhum outro tempo depois se agiu com tanto desprendimento e paixão, com tamanha ousadia. Com a redemocratização do país, conquistada em grande parte como legado daquela época, os tempos mudaram, sendo natural a redefinição do campo de luta estudantil. Nos últimos anos, as entidades estudantis perderam o vigor do passado. Além disso, o envolvimento em demasia com brigas internas tem enfraquecido as entidades e seu poder de atração da massa estudantil. Mas a socióloga Maria Francisca Pinheiro Coelho chama a atenção para o fato de que a classe estudantil de hoje tem outras motivações, mas é também a primeira a reagir para garantir as conquistas da democracia brasileira.

Leia o artigo Movimento estudantil marca a era dos extremos, da doutora em sociologia e pesquisadora associada do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília, Maria Francisca Pinheiro Coelho.

Nesta edição:
  Movimento estudantil marca a era dos extremos
  Sumário
  Diversidade de perfis caracteriza as juventudes brasileiras
  Juventude que canta, dança e representa
  Juventude e participação no Brasil – interdições e possibilidades
  Acampamento Intercontinental da Juventude
  Mitos e verdades em torno da participação juvenil
  Acesso, identidade e pertencimento: relações entre juventude e cultura
  Preocupações e polêmicas marcam o direito ao trabalho
  Por uma política de direitos na educação
  Entrevista: Carol Oliveira
  O jovem e o mar
  Qual Brasil a juventude quer?