Movimento estudantil marca a era dos extremos
 Em nenhuma outra década do século 20 a juventude mostrou tanta força como na de 1960. Em nenhum outro tempo depois se agiu com tanto desprendimento e paixão, com tamanha ousadia. Com a redemocratização do país, conquistada em grande parte como legado daquela época, os tempos mudaram, sendo natural a redefinição do campo de luta estudantil. Nos últimos anos, as entidades estudantis perderam o vigor do passado. Além disso, o envolvimento em demasia com brigas internas tem enfraquecido as entidades e seu poder de atração da massa estudantil. Mas a socióloga Maria Francisca Pinheiro Coelho chama a atenção para o fato de que a classe estudantil de hoje tem outras motivações, mas é também a primeira a reagir para garantir as conquistas da democracia brasileira.
Leia o artigo Movimento estudantil marca a era dos extremos, da doutora em sociologia e pesquisadora associada do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília, Maria Francisca Pinheiro Coelho.
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